Archive for novembro \30\UTC 2009

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VIAGEM AO CENTRO DA TERRA

novembro 30, 2009

Turma 9

Na tarde deste último sábado, dia 28 de novembro, doze alunos do curso de pós-graduação em Mídia Eletrônica: Rádio e Tv do Unibh acompanhados pela professora Cássia Torres e pelo motorista Pedrão, embarcaram numa viagem que mudaria a vida de todos. Depois daquele dia, eles nunca mais seriam os mesmos! Ao menos R$ 30,00 mais pobres eles ficaram, disso você pode ter certeza. Além de tomar um suspeito café num copo sujo de beira de estrada ao fim da viagem e bebidas alcoólicas e alto teor de ilíciticidade.

Já em Inhotim, logo no início da tarde, após um breve e rápido passeio de dois jovens na cadeira de rodas e um suave xingo de “deixa que eu guardo”, um terceiro estudante se perdeu do bando. Encontrado no fim daquela tarde, ele disse não se lembrar de muita coisa. “Vi um esquilo, o Hélio De La Pena e encontrei um cogumelo encantado, depois disso não lembro de mais nada”, afirma o rapaz.

Durante todo o percurso e até mesmo durante a viagem na estrada, gritos de “Oh Muzamba” eram ouvidos! O jovem Juliano Tavares abalado com a situação respondia sempre “Quê qui é só”. Dizem que na madrugada, a obra de Janet Cardiff, aquela instalação das 40 caixas de som cantando o coro gregoriano da catedral de Salisbury, então sempre a meia noite ouvi-se em tom uníssono: “Oh Muzamba!”. É horripilante.

Dentro da van, alguns jovens tentavam sem sucesso entoar cantos de viagem como: “Oh motorista pode correr eh eh porque a gente não tem medo de morrer”, mas sem muito sucesso. Já sob o efeito de bebidas saudáveis, os estudantes trocavam tapas na testa e pedalas robinho impedindo que outros contassem carneirinhos durante breves cochiladas de 17 minutos cada.

Depois de centenas de fotos, carecas e chifrinhos, in front of Inhotim e da peruas com a participação do casseta Obamis e da fotografa pernambucana do 3º período do pré-primário 2, os alunos se despediram daquela que seria uma viagem muito viajada viajante maionese two black to blin bolinha de sabão. Estiveram naquela van: o Chimp’s, Markinhos D7, Cássia Eller, Daniela Vaga, Danieli tô calmo, Milhouse, Diet, Muzambinho, Mary J. Blind Silvester Stallone, Michelangelo o pintor, Milton Neves, Silviana Palmito e Cris Rachel, to certo ou esqueci de alguém? Desculpe por algo! E estiveram fora da van: o resto do mundo e o Bruno que foi a pé de São José da Lapa RJ até esquina com brumadinho onde pegou carona com um dedal até inhotim. Ah! E furaram: a Kauã Reymond que não apareceu, nem a Mariana Izoleta, Letícia Kaiak, Thiago Lacerda, Danilo Vascellos, Cecília Izigoto e Nathália Siqueira que preferiram ir para o show do Zezé Di Camargo e Lutiano Pavarotti no Chevette Hall.

Falew garella….

Texto de Danilo Vinícius
Fotos e vídeo by Markinhos D7

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Cultura Digital

novembro 20, 2009

O conceito de cultura digital não está consolidado. Aproxima-se de outros como sociedade da informação, cibercultura, revolução digital, era digital. Cada um deles, utilizado por determinados autores, pensadores e ativistas, demarca esta época, quando as relações humanas são fortemente mediadas por tecnologias e comunicações digitais.

Wikipedia não registra a expressão nos idiomas inglês e espanhol. Em português, há um verbete que demarca o surgimento da cultura digital no pós-guerra, quando tem início o processo de digitalização, materializado no ambiente de processamento de dados que passa a ser dominado por grandes máquinas de computar.

O sociólogo espanhol Manuel Castells, em dossiê publicado pela revista Telos, mantida pela Fundación Telefónica, define a cultura digital em seis tópicos:

1. Habilidade para comunicar ou mesclar qualquer produto baseado em uma linguagem comum digital;

2. Habilidade para comunicar desde o local até o global em tempo real e, vice-versa, para poder diluir o processo de interação;

3. Existência de múltiplas modalidades de comunicação;

4. Interconexão de todas as redes digitalizadas de bases de dados ou a realização do sonho do hipertexto de Nelson com o sistema de armazenamento e recuperação de dados, batizado como Xanadú, em 1965;

5. Capacidade de reconfigurar todas as configurações criando um novo sentido nas diferentes camadas dos processo de comunicação;

6. Constituição gradual da mente coletiva pelo trabalho em rede, mediante um conjunto de cérebros sem limite algum. Neste ponto, me refiro às conexões entre cérebros em rede e a mente coletiva.

Durante o Seminário Internacional de Diversidade Cultural foi promovido um processo participativo de construção de uma agenda de cultura Digital. Os pesquisadores e ativistas Bianca Santana e Sergio Amadeu da Silveira sistematizaram umtexto final que conceitua cultura digital:

“Reunindo ciência e cultura, antes separadas pela dinâmica das sociedades industriais, centrada na digitalização crescente de toda a produção simbólica da humanidade, forjada na elação ambivalente entre o espaço e o ciberespaço, na alta velocidade das redes nformacionais, no ideal de interatividade e de liberdade recombinante, nas práticas de simulação, na obra inacabada e em inteligências coletivas, a cultura digital é uma realidade de uma mudança de era. Como toda mudança, seu sentido está em disputa, sua aparência caótica não pode esconder seu sistema, mas seus processos, cada vez mais auto-organizados e emergentes, horizontais, formados como descontinuidades articuladas, podem ser assumidos pelas comunidades locais, em seu caminho de virtualização, para ampliar sua fala, seus costumes e seus interesses. A cultura digital é a cultura da contemporaneidade”.

Durante o período em que esteve à frente do Ministério da Cultura, Gilberto Gil participou de inúmeros eventos voltados à discussão da cultura forjada pelas redes interconectadas, pelos recursos digitais. Em uma de suas falas mais marcantes , em aula magna proferida na Universidade de São Paulo, Gil também faz um esforço de conceituar o que seria a cultura digital:

“Novas e velhas tradições, signos locais e globais, linguagens de todos os cantos são bem-vindos a este curto-circuito antropológico. A cultura deve ser pensada neste jogo, nessa dialética permanente entre tradição e invenção, nos cruzamentos entre matrizes muitas vezes milenares e tecnologias de ponta, nas três dimensões básicas de sua existência: a dimensão simbólica, a dimensão de cidadania e inclusão, e a dimensão econômica. Atuar em cultura digital concretiza essa filosofia, que abre espaço para redefinir a forma e o conteúdo das políticas culturais, e transforma o Ministério da Cultura em ministério da liberdade, ministério da criatividade, o ministério da ousadia, ministério da contemporaneidade. Ministério, enfim, da Cultura Digital e das Indústrias Criativas. Cultura digital é um conceito novo. Parte da idéia de que a revolução das tecnologias digitais é, em essência, cultural. O que está implicado aqui é que o uso de tecnologia digital muda os comportamentos. O uso pleno da Internet e do software livre cria fantásticas possibilidades de democratizar os acessos à informação e ao conhecimento, maximizar os potenciais dos bens e serviços culturais, amplificar os valores que formam o nosso repertório comum e, portanto, a nossa cultura, e potencializar também a produção cultural, criando inclusive novas formas de arte”.

Assim, o Fórum da Cultura Digital Brasileira é também um meta-fórum, porque uma de suas tarefas é debater este conceito, do ponto de vista teórico, mas principalmente como fundamento para o desenvolvimento de políticas públicas.

No texto de Amadeu e Santana e na fala de Gil a idéia de cultura digital como uma cultura contemporânea (no caso, Gil fala em contemporaneidade) se destaca. Seria a cultura digital, então, a cultura deste nosso tempo? Mesmo sem termos à mão um conceito fechado, sabemos que a idéia de cultura digital com a qual trabalharemos é inclusiva, posto que incorpora os atores cuja cultura de uso e práticas emergem integralmente do mundo digital (nerds, hackers, gamers, produsers, entre tantos outros), mas também aqueles cuja vivência é “mais instrumental”, seja porque ainda ligados à indústria cultural do século XX ou mesmo porque adeptos das práticas tradicionais e populares.

É justamente essa visão que nos permitirá debater e, talvez, compreender, se existe – ou se é apenas uma miragem – uma cultura digital brasileira; se vivemos mesmo em uma sociedade que não teme a quebra de paradigmas ocasionada pela revolução digital; e se, pelo contrário, vivemos em uma sociedade antropofágica que desafia este tempo, fascinada, como o fez em outras épocas com a cultura pop (tropicalismo) e o pensamento religioso do incauto Bispo Sardinha (como recuperado por Oswald de Andrade no Manifesto Antropófago).

Copiado na íntegra – Fonte: http://culturadigital.br/o-programa/conceito-de-cultura-digital/

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Mulher Total 2009

novembro 20, 2009

Hello People!

Depois um de um tempinho sem posts, cá estou eu, apresentando mais um trabalho desenvolvido. Dessa vez um VT comercial para o “Seminário Mulher Total 2009”, realizado pelo Pra. Selma Cantagalli, da IEQ Carlos Prates em Belo Horizonte/MG.
Trabalhando com Adobe Premiere e After Effects CS3, e Sony Acid Pro7 para edição de áudio.
Seguindo o tema proposto, “Luz e Óleo”, o dourado da logo do ministério, utilizando um vídeo de água como fundo, trabalhando com text animate, scale, tracking e blur.
Para o áudio, a sonora de uma ministração da pastora, um BG e efeitos do pacote Pro Scores – Cinematic Music Design Tools, VideoCopilot.net.

Confira o resultado!

Até o próximo post!

“Keep the Fire Burning!” – 2010 is coming!

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Cartão de Visitas

novembro 6, 2009

Alex's Card

Hello Again!

Hoje apresentando mais um cartão de visitas produzido.

Este é do meu treinador de musculação, Alex Fabiano, da academia Corpo e Vida. Brinquei com CorelDraw X4, trabalhando as inicias do nome dele, usei um haltere para compor a marca, e as cores a pedido dele.

Como sempre, gostei do resultado. E você, o que achou?

Vamos fazer o seu?

Abraço e até o próximo post!

Keep the Fire burning!” – 2010 is coming!

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Aprendendo com Abduzeedo.com

novembro 4, 2009

Wallpaper D7 2009

Hello People!

Compartilhando mais um trabalho.

Conferindo meu twitter, vi um tweet de tutorial no Abduzeedo.com e gostei. Fiz algumas alterações e produzi o wallpaper acima, brincando com Phoshop CS4, utilizando Gaussian Blur, Gradient Overlay, Clouds, Pattern, Noise e Blend Modes, alcançando um efeito de luz bacana.

E você, o que achou?

Personalize o seu compartilhe!

Abraços e até o próximo post.

Keep the fire burning!” 2010 is coming!