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For Elvis

dezembro 15, 2009

Elvis Presley não morreu! Homenagem ao rei do rock será veiculada em três mídias simultaneamente.

Em 2010, Elvis Presley comemoraria seu 75º aniversário no dia 8 de janeiro. Mundialmente conhecido, o pai do rock será homenageado no próximo sábado (19/12), às 10h30, em um programa multimídia produzido pelos alunos da 9ª turma de Pós-Graduação em Criação e Produção em Mídias Eletrônicas: Rádio e TV do UNI BH.  A homenagem faz parte das atividades acadêmicas da disciplina Mídias Digitais, lecionada pela professora Nair Prata.

Por falar em Mídias Digitais, o programa For Elvis será multimídia. A transmissão acontecerá simultaneamente no canal universitário UNI BH, na Tv Betim, na webradio UNI BH e na internet. A idéia dos alunos é mostrar a convergência das mídias, um assunto que está em voga no mundo inteiro.

Entre as atrações do dia está prevista uma performance de Aggeo Simões como Elvis Presley, a apresentação da banda Vitroles tocando o melhor do rock e rockabilly, e para encerrar a homenagem, Cláudio Pilha se apresenta com sua monobanda, cantando os grandes sucessos do rei.

O público poderá participar do programa ao vivo e pela internet. Os produtores do FOR ELVIS vão acompanhar tudo o que rola no Twitter, no Orkut e no Facebook. Nessas redes sociais, inclusive, o programa multimídia já começou.

Serviço

FOR ELVIS – AO VIVO.

Dia: Sábado, 19 de dezembro.

Hora: 10h30

Onde:

Outros canais de interação

Blog For Elvis
Twitter
Perfil no Orkut
Comunidade no Orkut
Facebook
Contato: for.elvis.i9@ gmail.com

Mais Informações

Milton Santos – (31) 8858-5774 (Assessoria de Imprensa)
Markinhos D7 – (31) 8753-2704 (Produtor Multimídia)

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VIAGEM AO CENTRO DA TERRA

novembro 30, 2009

Turma 9

Na tarde deste último sábado, dia 28 de novembro, doze alunos do curso de pós-graduação em Mídia Eletrônica: Rádio e Tv do Unibh acompanhados pela professora Cássia Torres e pelo motorista Pedrão, embarcaram numa viagem que mudaria a vida de todos. Depois daquele dia, eles nunca mais seriam os mesmos! Ao menos R$ 30,00 mais pobres eles ficaram, disso você pode ter certeza. Além de tomar um suspeito café num copo sujo de beira de estrada ao fim da viagem e bebidas alcoólicas e alto teor de ilíciticidade.

Já em Inhotim, logo no início da tarde, após um breve e rápido passeio de dois jovens na cadeira de rodas e um suave xingo de “deixa que eu guardo”, um terceiro estudante se perdeu do bando. Encontrado no fim daquela tarde, ele disse não se lembrar de muita coisa. “Vi um esquilo, o Hélio De La Pena e encontrei um cogumelo encantado, depois disso não lembro de mais nada”, afirma o rapaz.

Durante todo o percurso e até mesmo durante a viagem na estrada, gritos de “Oh Muzamba” eram ouvidos! O jovem Juliano Tavares abalado com a situação respondia sempre “Quê qui é só”. Dizem que na madrugada, a obra de Janet Cardiff, aquela instalação das 40 caixas de som cantando o coro gregoriano da catedral de Salisbury, então sempre a meia noite ouvi-se em tom uníssono: “Oh Muzamba!”. É horripilante.

Dentro da van, alguns jovens tentavam sem sucesso entoar cantos de viagem como: “Oh motorista pode correr eh eh porque a gente não tem medo de morrer”, mas sem muito sucesso. Já sob o efeito de bebidas saudáveis, os estudantes trocavam tapas na testa e pedalas robinho impedindo que outros contassem carneirinhos durante breves cochiladas de 17 minutos cada.

Depois de centenas de fotos, carecas e chifrinhos, in front of Inhotim e da peruas com a participação do casseta Obamis e da fotografa pernambucana do 3º período do pré-primário 2, os alunos se despediram daquela que seria uma viagem muito viajada viajante maionese two black to blin bolinha de sabão. Estiveram naquela van: o Chimp’s, Markinhos D7, Cássia Eller, Daniela Vaga, Danieli tô calmo, Milhouse, Diet, Muzambinho, Mary J. Blind Silvester Stallone, Michelangelo o pintor, Milton Neves, Silviana Palmito e Cris Rachel, to certo ou esqueci de alguém? Desculpe por algo! E estiveram fora da van: o resto do mundo e o Bruno que foi a pé de São José da Lapa RJ até esquina com brumadinho onde pegou carona com um dedal até inhotim. Ah! E furaram: a Kauã Reymond que não apareceu, nem a Mariana Izoleta, Letícia Kaiak, Thiago Lacerda, Danilo Vascellos, Cecília Izigoto e Nathália Siqueira que preferiram ir para o show do Zezé Di Camargo e Lutiano Pavarotti no Chevette Hall.

Falew garella….

Texto de Danilo Vinícius
Fotos e vídeo by Markinhos D7

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Cultura Digital

novembro 20, 2009

O conceito de cultura digital não está consolidado. Aproxima-se de outros como sociedade da informação, cibercultura, revolução digital, era digital. Cada um deles, utilizado por determinados autores, pensadores e ativistas, demarca esta época, quando as relações humanas são fortemente mediadas por tecnologias e comunicações digitais.

Wikipedia não registra a expressão nos idiomas inglês e espanhol. Em português, há um verbete que demarca o surgimento da cultura digital no pós-guerra, quando tem início o processo de digitalização, materializado no ambiente de processamento de dados que passa a ser dominado por grandes máquinas de computar.

O sociólogo espanhol Manuel Castells, em dossiê publicado pela revista Telos, mantida pela Fundación Telefónica, define a cultura digital em seis tópicos:

1. Habilidade para comunicar ou mesclar qualquer produto baseado em uma linguagem comum digital;

2. Habilidade para comunicar desde o local até o global em tempo real e, vice-versa, para poder diluir o processo de interação;

3. Existência de múltiplas modalidades de comunicação;

4. Interconexão de todas as redes digitalizadas de bases de dados ou a realização do sonho do hipertexto de Nelson com o sistema de armazenamento e recuperação de dados, batizado como Xanadú, em 1965;

5. Capacidade de reconfigurar todas as configurações criando um novo sentido nas diferentes camadas dos processo de comunicação;

6. Constituição gradual da mente coletiva pelo trabalho em rede, mediante um conjunto de cérebros sem limite algum. Neste ponto, me refiro às conexões entre cérebros em rede e a mente coletiva.

Durante o Seminário Internacional de Diversidade Cultural foi promovido um processo participativo de construção de uma agenda de cultura Digital. Os pesquisadores e ativistas Bianca Santana e Sergio Amadeu da Silveira sistematizaram umtexto final que conceitua cultura digital:

“Reunindo ciência e cultura, antes separadas pela dinâmica das sociedades industriais, centrada na digitalização crescente de toda a produção simbólica da humanidade, forjada na elação ambivalente entre o espaço e o ciberespaço, na alta velocidade das redes nformacionais, no ideal de interatividade e de liberdade recombinante, nas práticas de simulação, na obra inacabada e em inteligências coletivas, a cultura digital é uma realidade de uma mudança de era. Como toda mudança, seu sentido está em disputa, sua aparência caótica não pode esconder seu sistema, mas seus processos, cada vez mais auto-organizados e emergentes, horizontais, formados como descontinuidades articuladas, podem ser assumidos pelas comunidades locais, em seu caminho de virtualização, para ampliar sua fala, seus costumes e seus interesses. A cultura digital é a cultura da contemporaneidade”.

Durante o período em que esteve à frente do Ministério da Cultura, Gilberto Gil participou de inúmeros eventos voltados à discussão da cultura forjada pelas redes interconectadas, pelos recursos digitais. Em uma de suas falas mais marcantes , em aula magna proferida na Universidade de São Paulo, Gil também faz um esforço de conceituar o que seria a cultura digital:

“Novas e velhas tradições, signos locais e globais, linguagens de todos os cantos são bem-vindos a este curto-circuito antropológico. A cultura deve ser pensada neste jogo, nessa dialética permanente entre tradição e invenção, nos cruzamentos entre matrizes muitas vezes milenares e tecnologias de ponta, nas três dimensões básicas de sua existência: a dimensão simbólica, a dimensão de cidadania e inclusão, e a dimensão econômica. Atuar em cultura digital concretiza essa filosofia, que abre espaço para redefinir a forma e o conteúdo das políticas culturais, e transforma o Ministério da Cultura em ministério da liberdade, ministério da criatividade, o ministério da ousadia, ministério da contemporaneidade. Ministério, enfim, da Cultura Digital e das Indústrias Criativas. Cultura digital é um conceito novo. Parte da idéia de que a revolução das tecnologias digitais é, em essência, cultural. O que está implicado aqui é que o uso de tecnologia digital muda os comportamentos. O uso pleno da Internet e do software livre cria fantásticas possibilidades de democratizar os acessos à informação e ao conhecimento, maximizar os potenciais dos bens e serviços culturais, amplificar os valores que formam o nosso repertório comum e, portanto, a nossa cultura, e potencializar também a produção cultural, criando inclusive novas formas de arte”.

Assim, o Fórum da Cultura Digital Brasileira é também um meta-fórum, porque uma de suas tarefas é debater este conceito, do ponto de vista teórico, mas principalmente como fundamento para o desenvolvimento de políticas públicas.

No texto de Amadeu e Santana e na fala de Gil a idéia de cultura digital como uma cultura contemporânea (no caso, Gil fala em contemporaneidade) se destaca. Seria a cultura digital, então, a cultura deste nosso tempo? Mesmo sem termos à mão um conceito fechado, sabemos que a idéia de cultura digital com a qual trabalharemos é inclusiva, posto que incorpora os atores cuja cultura de uso e práticas emergem integralmente do mundo digital (nerds, hackers, gamers, produsers, entre tantos outros), mas também aqueles cuja vivência é “mais instrumental”, seja porque ainda ligados à indústria cultural do século XX ou mesmo porque adeptos das práticas tradicionais e populares.

É justamente essa visão que nos permitirá debater e, talvez, compreender, se existe – ou se é apenas uma miragem – uma cultura digital brasileira; se vivemos mesmo em uma sociedade que não teme a quebra de paradigmas ocasionada pela revolução digital; e se, pelo contrário, vivemos em uma sociedade antropofágica que desafia este tempo, fascinada, como o fez em outras épocas com a cultura pop (tropicalismo) e o pensamento religioso do incauto Bispo Sardinha (como recuperado por Oswald de Andrade no Manifesto Antropófago).

Copiado na íntegra – Fonte: http://culturadigital.br/o-programa/conceito-de-cultura-digital/

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Mulher Total 2009

novembro 20, 2009

Hello People!

Depois um de um tempinho sem posts, cá estou eu, apresentando mais um trabalho desenvolvido. Dessa vez um VT comercial para o “Seminário Mulher Total 2009″, realizado pelo Pra. Selma Cantagalli, da IEQ Carlos Prates em Belo Horizonte/MG.
Trabalhando com Adobe Premiere e After Effects CS3, e Sony Acid Pro7 para edição de áudio.
Seguindo o tema proposto, “Luz e Óleo”, o dourado da logo do ministério, utilizando um vídeo de água como fundo, trabalhando com text animate, scale, tracking e blur.
Para o áudio, a sonora de uma ministração da pastora, um BG e efeitos do pacote Pro Scores – Cinematic Music Design Tools, VideoCopilot.net.

Confira o resultado!

Até o próximo post!

“Keep the Fire Burning!” – 2010 is coming!

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Cartão de Visitas

novembro 6, 2009

Alex's Card

Hello Again!

Hoje apresentando mais um cartão de visitas produzido.

Este é do meu treinador de musculação, Alex Fabiano, da academia Corpo e Vida. Brinquei com CorelDraw X4, trabalhando as inicias do nome dele, usei um haltere para compor a marca, e as cores a pedido dele.

Como sempre, gostei do resultado. E você, o que achou?

Vamos fazer o seu?

Abraço e até o próximo post!

Keep the Fire burning!” – 2010 is coming!

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Aprendendo com Abduzeedo.com

novembro 4, 2009

Wallpaper D7 2009

Hello People!

Compartilhando mais um trabalho.

Conferindo meu twitter, vi um tweet de tutorial no Abduzeedo.com e gostei. Fiz algumas alterações e produzi o wallpaper acima, brincando com Phoshop CS4, utilizando Gaussian Blur, Gradient Overlay, Clouds, Pattern, Noise e Blend Modes, alcançando um efeito de luz bacana.

E você, o que achou?

Personalize o seu compartilhe!

Abraços e até o próximo post.

Keep the fire burning!” 2010 is coming!

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VT COMMEQ-MG 2009

outubro 20, 2009

Saudações amigos internautas!

Bom, o post de hoje é muito legal, pela forma como se deu o processo (HOJE)! Desenvolvido em tempo recorde e sob muita pressão (rsrs). Um VT para o I Congresso Estadual COMMEQ-MG – Adoração e Avivamento, sob a coordenação do Pr. Rafael Genaro, com narração de Ludmilla Rangel e Petter Garrido – Secretaria Estadual de Comunicação – IEQ/MG.

Como sempre, desenvolvido em After Effects CS3 e aperfeiçoado no CS4, a partir do cartaz produzido em parceria com Wanderson Sekão. O áudio foi editado em Sony Sound Forge 9 e ACID Pro 7.

Confira e comente!

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Salmo 128 – Wolneia Elizabeth

outubro 17, 2009

Hello People!

Compartilhando um pouco da minha história, apresento a vocês a música, SALMO 128, gravada em 1996, numa demo que produzi na tentativa de lançar minha irmã, Wolneia Elizabeth, como cantora solo, antes da formação do Ministério Impactando as Nações.

Nós viemos de uma família de missionários músicos. A família, desde os avós, forma um coral, cantando a quatro vozes.

Minha proposta foi aproveitar essa influência clássica, as quatro vozes, com o pop/rock, utilizando loops, efeitos e guitarras distorcidas, tocadas por Renato Laranjo (base e solo), à harmonia vocal do quarteto, formado por minha irmã, Wolneia (soprano), Eu (tenor) e meus pais, Angelo (baixo) e Rosangela (contralto). Nada mais contextual do que uma família cantando o salmo da família!

Confira o resultado e deixe seu comentário!

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Cartão para Secretárias

setembro 21, 2009

Cartão para Secretárias

Olá people!

Compartilhando com vocês mais uma peça que achei interessante e gostei de desenvolver.

A pedido da diretoria, desenvolvemos o cartão para as secretárias da Igreja do Evangelho Quadrangular. Desenvolvido em Corel Draw X4 e finalizado no Photoshop CS3. Segui uma linha meio retro, inspirado no site Abduzeedo.com, utilizei alguns elementos comuns às secretárias para contextualizar a cena, e não poderia deixar de registrar as quatro cores da Igreja.

Gostei do resultado!

E você, o que achou???

Abraços e até o próximo post!

“Keep the fire burning!”