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Cultura Digital

Novembro 20, 2009

O conceito de cultura digital não está consolidado. Aproxima-se de outros como sociedade da informação, cibercultura, revolução digital, era digital. Cada um deles, utilizado por determinados autores, pensadores e ativistas, demarca esta época, quando as relações humanas são fortemente mediadas por tecnologias e comunicações digitais.

Wikipedia não registra a expressão nos idiomas inglês e espanhol. Em português, há um verbete que demarca o surgimento da cultura digital no pós-guerra, quando tem início o processo de digitalização, materializado no ambiente de processamento de dados que passa a ser dominado por grandes máquinas de computar.

O sociólogo espanhol Manuel Castells, em dossiê publicado pela revista Telos, mantida pela Fundación Telefónica, define a cultura digital em seis tópicos:

1. Habilidade para comunicar ou mesclar qualquer produto baseado em uma linguagem comum digital;

2. Habilidade para comunicar desde o local até o global em tempo real e, vice-versa, para poder diluir o processo de interação;

3. Existência de múltiplas modalidades de comunicação;

4. Interconexão de todas as redes digitalizadas de bases de dados ou a realização do sonho do hipertexto de Nelson com o sistema de armazenamento e recuperação de dados, batizado como Xanadú, em 1965;

5. Capacidade de reconfigurar todas as configurações criando um novo sentido nas diferentes camadas dos processo de comunicação;

6. Constituição gradual da mente coletiva pelo trabalho em rede, mediante um conjunto de cérebros sem limite algum. Neste ponto, me refiro às conexões entre cérebros em rede e a mente coletiva.

Durante o Seminário Internacional de Diversidade Cultural foi promovido um processo participativo de construção de uma agenda de cultura Digital. Os pesquisadores e ativistas Bianca Santana e Sergio Amadeu da Silveira sistematizaram umtexto final que conceitua cultura digital:

“Reunindo ciência e cultura, antes separadas pela dinâmica das sociedades industriais, centrada na digitalização crescente de toda a produção simbólica da humanidade, forjada na elação ambivalente entre o espaço e o ciberespaço, na alta velocidade das redes nformacionais, no ideal de interatividade e de liberdade recombinante, nas práticas de simulação, na obra inacabada e em inteligências coletivas, a cultura digital é uma realidade de uma mudança de era. Como toda mudança, seu sentido está em disputa, sua aparência caótica não pode esconder seu sistema, mas seus processos, cada vez mais auto-organizados e emergentes, horizontais, formados como descontinuidades articuladas, podem ser assumidos pelas comunidades locais, em seu caminho de virtualização, para ampliar sua fala, seus costumes e seus interesses. A cultura digital é a cultura da contemporaneidade”.

Durante o período em que esteve à frente do Ministério da Cultura, Gilberto Gil participou de inúmeros eventos voltados à discussão da cultura forjada pelas redes interconectadas, pelos recursos digitais. Em uma de suas falas mais marcantes , em aula magna proferida na Universidade de São Paulo, Gil também faz um esforço de conceituar o que seria a cultura digital:

“Novas e velhas tradições, signos locais e globais, linguagens de todos os cantos são bem-vindos a este curto-circuito antropológico. A cultura deve ser pensada neste jogo, nessa dialética permanente entre tradição e invenção, nos cruzamentos entre matrizes muitas vezes milenares e tecnologias de ponta, nas três dimensões básicas de sua existência: a dimensão simbólica, a dimensão de cidadania e inclusão, e a dimensão econômica. Atuar em cultura digital concretiza essa filosofia, que abre espaço para redefinir a forma e o conteúdo das políticas culturais, e transforma o Ministério da Cultura em ministério da liberdade, ministério da criatividade, o ministério da ousadia, ministério da contemporaneidade. Ministério, enfim, da Cultura Digital e das Indústrias Criativas. Cultura digital é um conceito novo. Parte da idéia de que a revolução das tecnologias digitais é, em essência, cultural. O que está implicado aqui é que o uso de tecnologia digital muda os comportamentos. O uso pleno da Internet e do software livre cria fantásticas possibilidades de democratizar os acessos à informação e ao conhecimento, maximizar os potenciais dos bens e serviços culturais, amplificar os valores que formam o nosso repertório comum e, portanto, a nossa cultura, e potencializar também a produção cultural, criando inclusive novas formas de arte”.

Assim, o Fórum da Cultura Digital Brasileira é também um meta-fórum, porque uma de suas tarefas é debater este conceito, do ponto de vista teórico, mas principalmente como fundamento para o desenvolvimento de políticas públicas.

No texto de Amadeu e Santana e na fala de Gil a idéia de cultura digital como uma cultura contemporânea (no caso, Gil fala em contemporaneidade) se destaca. Seria a cultura digital, então, a cultura deste nosso tempo? Mesmo sem termos à mão um conceito fechado, sabemos que a idéia de cultura digital com a qual trabalharemos é inclusiva, posto que incorpora os atores cuja cultura de uso e práticas emergem integralmente do mundo digital (nerds, hackers, gamers, produsers, entre tantos outros), mas também aqueles cuja vivência é “mais instrumental”, seja porque ainda ligados à indústria cultural do século XX ou mesmo porque adeptos das práticas tradicionais e populares.

É justamente essa visão que nos permitirá debater e, talvez, compreender, se existe – ou se é apenas uma miragem – uma cultura digital brasileira; se vivemos mesmo em uma sociedade que não teme a quebra de paradigmas ocasionada pela revolução digital; e se, pelo contrário, vivemos em uma sociedade antropofágica que desafia este tempo, fascinada, como o fez em outras épocas com a cultura pop (tropicalismo) e o pensamento religioso do incauto Bispo Sardinha (como recuperado por Oswald de Andrade no Manifesto Antropófago).

Copiado na íntegra – Fonte: http://culturadigital.br/o-programa/conceito-de-cultura-digital/

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Mulher Total 2009

Novembro 20, 2009

Hello People!

Depois um de um tempinho sem posts, cá estou eu, apresentando mais um trabalho desenvolvido. Dessa vez um VT comercial para o “Seminário Mulher Total 2009″, realizado pelo Pra. Selma Cantagalli, da IEQ Carlos Prates em Belo Horizonte/MG.
Trabalhando com Adobe Premiere e After Effects CS3, e Sony Acid Pro7 para edição de áudio.
Seguindo o tema proposto, “Luz e Óleo”, o dourado da logo do ministério, utilizando um vídeo de água como fundo, trabalhando com text animate, scale, tracking e blur.
Para o áudio, a sonora de uma ministração da pastora, um BG e efeitos do pacote Pro Scores – Cinematic Music Design Tools, VideoCopilot.net.

Confira o resultado!

Até o próximo post!

“Keep the Fire Burning!” – 2010 is coming!

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Cartão de Visitas

Novembro 6, 2009

Alex's Card

Hello Again!

Hoje apresentando mais um cartão de visitas produzido.

Este é do meu treinador de musculação, Alex Fabiano, da academia Corpo e Vida. Brinquei com CorelDraw X4, trabalhando as inicias do nome dele, usei um haltere para compor a marca, e as cores a pedido dele.

Como sempre, gostei do resultado. E você, o que achou?

Vamos fazer o seu?

Abraço e até o próximo post!

Keep the Fire burning!” – 2010 is coming!

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Aprendendo com Abduzeedo.com

Novembro 4, 2009

Wallpaper D7 2009

Hello People!

Compartilhando mais um trabalho.

Conferindo meu twitter, vi um tweet de tutorial no Abduzeedo.com e gostei. Fiz algumas alterações e produzi o wallpaper acima, brincando com Phoshop CS4, utilizando Gaussian Blur, Gradient Overlay, Clouds, Pattern, Noise e Blend Modes, alcançando um efeito de luz bacana.

E você, o que achou?

Personalize o seu compartilhe!

Abraços e até o próximo post.

Keep the fire burning!” 2010 is coming!

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VT COMMEQ-MG 2009

Outubro 20, 2009

Saudações amigos internautas!

Bom, o post de hoje é muito legal, pela forma como se deu o processo (HOJE)! Desenvolvido em tempo recorde e sob muita pressão (rsrs). Um VT para o I Congresso Estadual COMMEQ-MG – Adoração e Avivamento, sob a coordenação do Pr. Rafael Genaro, com narração de Ludmilla Rangel e Petter Garrido – Secretaria Estadual de Comunicação – IEQ/MG.

Como sempre, desenvolvido em After Effects CS3 e aperfeiçoado no CS4, a partir do cartaz produzido em parceria com Wanderson Sekão. O áudio foi editado em Sony Sound Forge 9 e ACID Pro 7.

Confira e comente!

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Salmo 128 – Wolneia Elizabeth

Outubro 17, 2009

Hello People!

Compartilhando um pouco da minha história, apresento a vocês a música, SALMO 128, gravada em 1996, numa demo que produzi na tentativa de lançar minha irmã, Wolneia Elizabeth, como cantora solo, antes da formação do Ministério Impactando as Nações.

Nós viemos de uma família de missionários músicos. A família, desde os avós, forma um coral, cantando a quatro vozes.

Minha proposta foi aproveitar essa influência clássica, as quatro vozes, com o pop/rock, utilizando loops, efeitos e guitarras distorcidas, tocadas por Renato Laranjo (base e solo), à harmonia vocal do quarteto, formado por minha irmã, Wolneia (soprano), Eu (tenor) e meus pais, Angelo (baixo) e Rosangela (contralto). Nada mais contextual do que uma família cantando o salmo da família!

Confira o resultado e deixe seu comentário!

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Cartão para Secretárias

Setembro 21, 2009

Cartão para Secretárias

Olá people!

Compartilhando com vocês mais uma peça que achei interessante e gostei de desenvolver.

A pedido da diretoria, desenvolvemos o cartão para as secretárias da Igreja do Evangelho Quadrangular. Desenvolvido em Corel Draw X4 e finalizado no Photoshop CS3. Segui uma linha meio retro, inspirado no site Abduzeedo.com, utilizei alguns elementos comuns às secretárias para contextualizar a cena, e não poderia deixar de registrar as quatro cores da Igreja.

Gostei do resultado!

E você, o que achou???

Abraços e até o próximo post!

“Keep the fire burning!”

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Meu Cartão

Setembro 9, 2009

Meu Cartão

Olá people!

Como não poderia deixar de ser, a pedido de muitos e seguindo o exemplo da minha estimada amiga, Bruna Milagres, eis o meu cartão de visitas.

Criei a partir da marca que fiz em comemoração dos meus 34 anos (rsrs). Pra quem não lembra, trabalhei com o verde oliva e seus derivados, porque no casamento os 34 anos são “Bodas de Oliveira”. Como sou amante das coisas simples, optei por um design mais simples e objetivo.

E você, já tem o seu cartão???

Vamos fazer???

Araços e até a próxima!

“Keep the fire burning!”

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SUPERCHICK

Setembro 4, 2009

Olá people!

Vou compartilhar com vocês algumas coisas que eu gosto.

Já conhecem a banda Superchick?

Se não, vou fazer um resumo pra vocês:

A banda Superchick da cidade Chicago, Illinois, USA, teve inicio em 1999 através de um concerto com a Banda de Rock Cristão Audio adrenaline, desde então não parou mais. A banda mistura o pop-punk, com Hip-Hop e Rock, sendo classificada como Christian Rock.  O som é comparado com No Doubt e Avril Lavigne. Superchick possue 5 álbuns e suas músicas já estiveram na trilha sonora de vários filmes como Legalmente Loira, os clipes da banda tambem estam no canal MTV dos Estados Unidos.

Formação:

  • Tricia Brock  - vocalista. Casada com Nick Baumhardt, guitarrista da banda Thousand Foot Krutch.
  • Melissa Brock (rhythm guitar, harmony vocals).
  • Matt Dally (bass guitar, rap vocals, synthesizer).
  • Dave Ghazarian (lead guitar), também ex-Church Of Rhythm.
  • Max Hsu (keyboards, songwriter), participou do grupo CCM Church of Rhythm.
  • Brandon Estelle (drums) também lead singer of  Starlit Platoon.
  • Clayton Hunt (drums) participou da banda Cristã Dizmas.

Agora curta o novo clip da banda - Cross The Line (Official Music Video)